#Alagoas | Fiscalização fecha Lojas em Maceió

Decreto de emergência para conter a Covid-19 flexibiliza alguns segmentos de comércio e serviços, mas estabelecimentos que não foram contemplados tentam burlar regras.

Lojas e estabelecimentos comerciais que não estão autorizados a funcionar enquanto tiver validade o mais recente decreto de emergência de Alagoas foram flagrados reabertos. Equipes de fiscalização da Secretaria de Segurança Comunitária e Convívio Social (Semscs) os obrigaram a fechar.

O novo decreto, que prevê restrições e isolamento para conter a propagação do coronavírus, começou a valer à 0h de 21/04, mas as medidas vêm sendo adotadas desde o dia 20 de março. Com alguma flexibilização para determinados segmentos, as novas regras têm validade até 23h59 do dia 5 de maio.

“Quando funciona sem autorização, a gente lacra e o estabelecimento vai pagar uma multa, que vai variar de acordo com o tamanho e o tipo do estabelecimento”, disse o inspetor Manoel Costa, coordenador de Planejamento e Operações da Semscs.

A multa por descumprimento para as empresas pode chegar a R$50 mil.

A reportagem da TV Gazeta acompanhou uma manhã de fiscalização, que flagrou abertas irregularmente barbearias, loja de assistência de celular (o serviço pode ser oferecido, mas a loja não pode abrir para receber clientes) e até lanchonete com mesas no salão (estabelecimentos que vendem alimentos só podem funcionar por delivery ou sistema “pegue e leve”).

Segundo os decreto de emergência do governo alagoano, locais que provoquem circulação de pessoas e aglomeração devem ser fechados, seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde para combater a disseminação do novo coronavírus.

Por isso, a fiscalização vai continuar diariamente, em todos os bairros da cidade, segundo o inspetor Manoel Costa.

“Aonde a gente encontrar alguma irregularidade, alguém denunciar, a gente vai lá e toma as providências para que o decreto seja cumprido. A gente também verifica as lojas que estão permitidas pelo decreto, para ver se elas estão cumprindo as normas de máscaras, luvas, álcool gel e, se caso não estiver no decreto, a gente fecha”, afirmou Costa.

Fonte G1

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