Prefeitura do Rio de Janeiro lança aplicativo de ensino para ampliar a experiência educacional em meio à pandemia.

A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou uma plataforma com a proposta de oferecer novas possibilidades de ensino e aprendizagem. Voltado para pais e alunos da rede municipal de ensino, o aplicativo “Escola.Rio” utilizará das novas tecnologias para ampliar a experiência educacional facilitando o acesso as atividades escolares em meio à pandemia.

Além das atividades online, também é possível acompanhar a rotina escolar acessando o boletim, frequência dos alunos, calendário escolar e o cardápio da merenda. A promessa é que em breve outras funcionalidades serão implementadas, como carteirinha virtual do estudante, declarações diversas e notificação do colégio aos responsáveis.

Para garantir a interação virtual, a Prefeitura contratou as quatro principais operadoras de telefonia (TIM, Vivo, OI, Claro) para permitir acesso gratuito aos alunos das escolas municipais pelo aplicativo que pode ser baixado nos sistemas Android e IOS.

Desenvolvido pela IplanRio, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, esse instrumento tecnológico pode ajudar na amenização da disparidade de ensino entre as escolas públicas e privadas – ampliada pelo distanciamento social devido a dificuldade de acesso à internet pela classe popular. Para tanto, é preciso fiscalização para que essa inciativa seja efetivada como uma proposta funcional e não apenas como marketing político em ano de eleição.

Por enquanto, a avaliação no Play Store está repercutindo negativamente, com muita reclamação sobre a funcionalidade do aplicativo que não reconhece os dados dos alunos e dos seus responsáveis, entre outras queixas.

Para entrar no sistema Escola.Rio basta utilizar as informações do CPF do responsável pelo aluno. Diante das dificuldades de acesso, a recomendação é acionar a opção CONTATE ESCOLA, disponibilizada no próprio aplicativo, e informar os dados para que o cadastro seja regularizado no sistema.

Outra opção válida é solicitar ajuda na coordenação da escola e denunciar caso permaneça a inoperância da plataforma que foi estruturada com dinheiro público.

Por: Cleber Araujo – Jornalista/RJ
Foto: Agência Brasil

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