Nordeste registra aumento de empregos formais em todos os estados da região no mês de outubro


Na última semana, o Ministério da Economia exaltou as medidas protetivas adotadas pelo Governo Federal, durante a pandemia da Covid-19, ao divulgar o aumento recorde de novos postos de trabalho com carteira assinada que aconteceu no mês de outubro. No total foram geradas 395 mil vagas em todo o país, consolidando o crescimento do número de empregos formais pelo quarto mês consecutivo.

Os dados utilizados nesse levantamento constam no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), que mantém o registro de admissões e dispensas de trabalhadores sob o regime da Consolidação da Lei de Trabalho. Conforme esses dados, no nordeste foram criados 69.519 empregos formais, com saldo positivo para todas as unidades federativas da região: Alagoas – 4.643; Bahia – 16.437; Ceará- 16.436; Maranhão – 5.772; Paraíba – 1.437; Pernambuco – 13.016; Piauí -3.492; Rio Grande do Norte – 4.763; Sergipe – 3.523.

Diante do desempenho crescente em todo país, o ministro Paulo Guedes manifestou a expectativa de sua equipe econômica de zerar a perda de empregos causada pela Covid-19. No entanto, o mérito dessa façanha é reivindicado no âmbito estadual, como é o caso do governo do Ceará que atribuiu a recuperação gradual do mercado de trabalho aos esforços do governador Camilo Santana (PT).

Na certa, as ações regionais colaboram para o aumento da demanda do trabalho formal. Mas o fato desse crescimento está acontecendo em escala nacional é um indicativo que não foram os esforços isolados de governos que alavancaram essa retomada, mas uma intervenção administrativa que contemplou o Brasil como um todo – reafirmando a importância da atuação do Governo Federal para superar o estrago econômico causado pelo novo coronavírus.

Cleber Araujo – jornalista/RJ

Foto: Governo do Ceará

Editor chefe: Sandro de Moura

Fonte: Agência FNI

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