Capital do Piauí é vice líder em alta de preços da gasolina, diz levantamento da Agência Nacional de Petróleo


Dando sequência à pauta pesquisada e veiculada pela nossa colega especialista em Mídias Sociais, Natania Melo, em uma das edições do programa BrasilNordeste na TV Com Brasil, um levantamento da Agência Nacional de Petróleo, mostra que Teresina, capital do Piauí, tem a segunda gasolina mais cara entre as capitais do nordeste. O preço do combustível tem pesado e muito no bolso do consumidor. É tanta variação de preço que o cliente chega a se assustar. Na maioria das vezes, um reajuste após o outro. Em alguns postos de Teresina, a gasolina está sendo vendida a 5 reais o litro. A aditivida já ultrapassou este valor. Isto no final de cada mês, certamente tem um grande impacto na renda familiar.

O preço da gasolina em Teresina só não é maior que o valor do produto em Natal, capital líder em alta de preço na gasolina aqui no Nordeste. As alegações para um preço tão alto, segundo os comerciantes do setor em Teresina, são diversas: a localização geográfica, por exemplo,  é um dos fatores que definem o preço. O alto valor do frete ajuda a tornar o combustível muito mais caro, valor que tem que ser repassado para o cliente final. A alíquota do ICMS, Imposto Sobre Circulação de Mercadoria, um tributo de responsabilidade do governo de cada estado, é outro fator que gera os constantes aumentos. Do lado do motorista, as reclamações são ainda maiores: Como se não bastasse o alto custo da gasolina, a má qualidade da gasolina comercializada compromete o desempenho dos veículos e certamente gera outros prejuízos para os proprietários de veículos.

A demora no desenvolvimento de novas tecnologias e de produtos alternativos que possam substituir os atuais combustíveis fósseis, aliada a um período de desemprego e dificuldades econômicas causadas pela pandemia do Covid-19 em todo o mundo e um início de ano ainda cheio de incertezas, são ingredientes que certamente pioram a situação da população.

No mais, os consumidores tem que viver o paradoxo de gastar mais combustível, circulando pelas cidades, para encontrar um produto mais barato. Uma opção para om consumidor seria o uso de outros meios de locomoção, como a velha e boa bike, o que ajudaria a reduzir o consumo e por tabela, os preços. Afinal, não custa tentar pedalar mais, um hábito que também  faz bem para saúde.

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